E eu achava que sabia o suficiente...
Incrível como não há nada mais alucinante e louco que viver.
Digo viver mesmo, conhecer o certo e o errado,
ou saber que são as consequências.
Alguns anos atrás implorava pra poder comprar um boneco novo,
hoje me vejo voltando da loja de conveniências com
uma carteira de cigarro no bolso.
Chorava por uma queda ralando o joelho no futebol da rua,
me vejo no espelho agora com marcas de arranhões nas costas,
causadas na noite anterior, do prazer de uma mulher,
namorada de um conhecido meu, a qual nem lembro o nome.
Como uma espécie de "Marvim", no 'auge' dos meus 19 anos
eu sinto o peso de um mundo distorcido em minhas costas.
E por que essa melancolia agora?
Era o que eu sonhava, ou pelo menos imaginava ao ver
aqueles filmes na tv, algo meio rock n' roll all night
and party every day, só que não parece mais tão
divertido quando perde a graça em seus clichês e
sonhos fabricados, onde quase nunca dá nada errado.
Me entorpeço, pra no dia seguinte só restar a dor de
cabeça e os olhos vermelhos.
Transar com pedaços de ilusões que nem sei como denominar,
e no dia seguinte a mesma lembrança da ex namorada que
deixei a muito tempo.
Qual um Cristo tenho me permitido os martírios, à espera
de uma ressurreição no terceiro dia, ou daqui à três anos.
Só preciso achar o caminho de volta, pois a estrada não
é mais segura, e talvez no fim das contas eu descubra,
que sou apenas eu, perseguindo à mim mesmo.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Paraíso no Inferno.
E é tudo tão passageiro que a gente se arrepende mesmo,
e só aprende quando foge da mira, o avesso de uma mentira.
E a gente que até idealizava poder recorrer ora a uma musa,
que além de respirar simpatia devesse inspirar uma ousada poesia.
E a gente que até se informava o bastante que suportava
para aprender as manias das moçinhas,
não perdiamos há nenhum comentário das velinhas.
Nem acreditavamos que esse dia poderia se firmar
com uma bela mulher, cada um canalha da gente fosse ficar.
Pois a condição aqui era acordar e pouco recordar da folia.
Depois ingressando numa outra tentativa
para florescer o sentido da vida.
Afinal isso aconteceu, outros ventos sopraram, por alguns anos teve seu apogeu,
mas na realidade depois novos tempos vieram, e com ele trouxeram
outras e tantas que sucederam aquele posto que pensei.
Pela sede do Diabo ou pela fartura de Deus
Por toda vida ser apenas eu.
O que realmente não sabiamos é que a sacanagem já havia
há tempos corrompido e comprometido nosso cérebro
Que nem mais conseguiamos mesmo se quissessemos
sair daquele inferno.
e só aprende quando foge da mira, o avesso de uma mentira.
E a gente que até idealizava poder recorrer ora a uma musa,
que além de respirar simpatia devesse inspirar uma ousada poesia.
E a gente que até se informava o bastante que suportava
para aprender as manias das moçinhas,
não perdiamos há nenhum comentário das velinhas.
Nem acreditavamos que esse dia poderia se firmar
com uma bela mulher, cada um canalha da gente fosse ficar.
Pois a condição aqui era acordar e pouco recordar da folia.
Depois ingressando numa outra tentativa
para florescer o sentido da vida.
Afinal isso aconteceu, outros ventos sopraram, por alguns anos teve seu apogeu,
mas na realidade depois novos tempos vieram, e com ele trouxeram
outras e tantas que sucederam aquele posto que pensei.
Pela sede do Diabo ou pela fartura de Deus
Por toda vida ser apenas eu.
O que realmente não sabiamos é que a sacanagem já havia
há tempos corrompido e comprometido nosso cérebro
Que nem mais conseguiamos mesmo se quissessemos
sair daquele inferno.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dias.
Ser um Dias não é somente um sobre-nome, e se expressa além de uma família.
Ser um Dias é sobre tudo um estado de espírito, um orgasmo, não um
daqueles que você coloca tudo pra fora e quase desmaia de cansado,
mas um orgasmo em que você olha pra dentro de sí mesmo e encontra
aquela certeza de motivação além dos limites, uma iberação total de endorfina.
Abraçamos a vida, nos renovamos e inovamos para sempre sermos
essa metamorfose ambulante, mas fiéis à aquilo que aprendemos.
Amamos a nós mesmos, mas não somos egocêntricos, amamos os outros
da mesma forma, se assim eles permitirem.
Sempre lutamos por nossas conquistas, com fé em Deus, mas não sendo
egoístas ou com preguiça esperando que ele resolva tudo.
Observamos o mundo com olhar crítico da realidade, ao mesmo tempo
fazemos dele o nosso parque de diversões.
Algumas vezes nos achando, outras vezes nos perdendo, sempre vivendo,
pois percebemos que esta é a melhor maneira de agradecer pela vida que
nos foi concedida.
Religiosos não por viver na igreja e sim praticando o bem, sem regras baseadas
em preconceitos tolos de humanos com pensamentos limitados, nem procurando
distorcer palavras sagradas em benefício próprio.
Caminhamos com nossas pernas e elas nos levam a onde queremos estar.
Não vamos de contra ao mundo, separar as coisas não leva a nada
quando se busca a união.
Nos entregamos não por ceder, mas para revolucionar, ouvindo à tudo,
pois achar que sabe de tudo não é glória alguma, é medíocridade.
Sem hipocresia, chorar quando sentir vontade e rir quando quiser rir,
mas não viver sempre da mesma maneira, porque o tédio é para quem quer.
De tudo somos um pouco, fazemos para cada vez nos sentirmos mais completos.
Ser um Dias é sonhar e viver, e também viver um sonho.
Ser um Dias é sobre tudo um estado de espírito, um orgasmo, não um
daqueles que você coloca tudo pra fora e quase desmaia de cansado,
mas um orgasmo em que você olha pra dentro de sí mesmo e encontra
aquela certeza de motivação além dos limites, uma iberação total de endorfina.
Abraçamos a vida, nos renovamos e inovamos para sempre sermos
essa metamorfose ambulante, mas fiéis à aquilo que aprendemos.
Amamos a nós mesmos, mas não somos egocêntricos, amamos os outros
da mesma forma, se assim eles permitirem.
Sempre lutamos por nossas conquistas, com fé em Deus, mas não sendo
egoístas ou com preguiça esperando que ele resolva tudo.
Observamos o mundo com olhar crítico da realidade, ao mesmo tempo
fazemos dele o nosso parque de diversões.
Algumas vezes nos achando, outras vezes nos perdendo, sempre vivendo,
pois percebemos que esta é a melhor maneira de agradecer pela vida que
nos foi concedida.
Religiosos não por viver na igreja e sim praticando o bem, sem regras baseadas
em preconceitos tolos de humanos com pensamentos limitados, nem procurando
distorcer palavras sagradas em benefício próprio.
Caminhamos com nossas pernas e elas nos levam a onde queremos estar.
Não vamos de contra ao mundo, separar as coisas não leva a nada
quando se busca a união.
Nos entregamos não por ceder, mas para revolucionar, ouvindo à tudo,
pois achar que sabe de tudo não é glória alguma, é medíocridade.
Sem hipocresia, chorar quando sentir vontade e rir quando quiser rir,
mas não viver sempre da mesma maneira, porque o tédio é para quem quer.
De tudo somos um pouco, fazemos para cada vez nos sentirmos mais completos.
Ser um Dias é sonhar e viver, e também viver um sonho.
Mais uma conversa... (Nirvana)
O dia se vai enquanto continuo dormindo, as vezes me incomoda pensar sobre,
mas então deixo que se vá, dessa forma começo acostumar com o desapego.
Não é porque um navio está afundando que eu tenho que me agarra ao mastro e
naufragar junto, posso me jogar no mar e sair nadando.
É bom aproveitar aquilo que se gosta ao máximo, mas sabendo que se a vida é
breve demais, imagine os seus componentes.
Então na madrugada surge uma nova conversa ao celular, do jogo de fetebol
ao sentido da vida.
O amor deixado pra trás, o que vêm pela frente, o atacante que preste faltando
na seleção brasileira... Em fim um conclusão estúpida, orgulho, carência, atenção,
em resumo alguns dos componentes do super-ego das mulheres em questão.
Quando decidimos olhar para o real problema percebemos que na verdade está
tudo em nossas cabeças, esse trágico conto-de-fadas que ironicamente nos fizemos acreditar.
De repente um conselho em forma de afirmação de uma terceira pessoa, pertencente ao
gênero em discurção: "Quem acredita em mulher, acredita em papai noel também".
E percebemos que acabamos por nos tornar inimígos de quem mais queríamos como
aliádos. O problema é quando o seu inimigo já foi seu maior aliado, sabendo assim todos
seus pontos fortes e principalmentes suas fraquezas, daí um grande perigo com apenas
duas letras: Ex.
Ex namoradas, quando não realmente ex, e o pior furiozas, são algo preocupante demais.
Mas Balta e eu concordamos com o velho sábio Machado de Assis que já dizia:
"[...]Pois, senhor, não consegui recompor nem o que foi, nem o que fui. [...]
Se só me faltassem os outros,vá, um homem consola-se mais ou menos da pessoas
que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo".
A nossa cura ou nosso veneno está em nossas cabeças, concluímos, agora é mais uma noite
acordado para uma manhã mal dormida, e que venha o dia seguinte.
mas então deixo que se vá, dessa forma começo acostumar com o desapego.
Não é porque um navio está afundando que eu tenho que me agarra ao mastro e
naufragar junto, posso me jogar no mar e sair nadando.
É bom aproveitar aquilo que se gosta ao máximo, mas sabendo que se a vida é
breve demais, imagine os seus componentes.
Então na madrugada surge uma nova conversa ao celular, do jogo de fetebol
ao sentido da vida.
O amor deixado pra trás, o que vêm pela frente, o atacante que preste faltando
na seleção brasileira... Em fim um conclusão estúpida, orgulho, carência, atenção,
em resumo alguns dos componentes do super-ego das mulheres em questão.
Quando decidimos olhar para o real problema percebemos que na verdade está
tudo em nossas cabeças, esse trágico conto-de-fadas que ironicamente nos fizemos acreditar.
De repente um conselho em forma de afirmação de uma terceira pessoa, pertencente ao
gênero em discurção: "Quem acredita em mulher, acredita em papai noel também".
E percebemos que acabamos por nos tornar inimígos de quem mais queríamos como
aliádos. O problema é quando o seu inimigo já foi seu maior aliado, sabendo assim todos
seus pontos fortes e principalmentes suas fraquezas, daí um grande perigo com apenas
duas letras: Ex.
Ex namoradas, quando não realmente ex, e o pior furiozas, são algo preocupante demais.
Mas Balta e eu concordamos com o velho sábio Machado de Assis que já dizia:
"[...]Pois, senhor, não consegui recompor nem o que foi, nem o que fui. [...]
Se só me faltassem os outros,vá, um homem consola-se mais ou menos da pessoas
que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo".
A nossa cura ou nosso veneno está em nossas cabeças, concluímos, agora é mais uma noite
acordado para uma manhã mal dormida, e que venha o dia seguinte.
Férias de mim.
Peguei a estrada, tava de saco-cheio dessa casa, de cada móvel no lugar,
os mesmos quadros, os mesmos livros, as mesmas músicas, objetos,
tudo como sempre foi e exatamente no mesmo lugar.
O tédio da calma que essa casa me traz, tudo onde deveria estar,
onde eu quis que estivesse.
Na tv as mesmas notícias, tragédias à venda, risos breves, promessas fantasiosas,
mais um fim do mundo premedidato.
No rádio a mesma companhia ausente, as coisas que eu não quero ouvir,
o jogo que não me importa.
Na internet viajar, conhecer, descobrir, desvendar, divertir, se relacionar
sentado na mesma velha cadeira sozinho no quarto.
Cansei de pensar sobre a vida, de falar de amor, beber coca-cola, jogar video-game,
me masturbar, decidi pegar a estrada.
Essa não é uma carta de despedida, aqui não é o meu lugar, não me limitarei à
quatro paredes mal pintadas e um colchão macio.
Quero ir atrás do que me agrada, e das coisas que nem gosto, encontrar um lugar legal
ou que eu nunca mais queira voltar, talvez eu queira me encontrar ou nem me reconhecer,
me machucar ou me curar, achar a pessoa certa ou me perder com as erradas.
Se não achar o caminho de volta, se no fim das contas não der em nada, não importa,
o que não vale à pena pra mim é ficar contando carneirinhos pra tentar dormir.
Essa não é uma carta de despedida, eu só peguei a minha estrada, vou esquecer
ou lembrar, mas sobre tudo viver.
os mesmos quadros, os mesmos livros, as mesmas músicas, objetos,
tudo como sempre foi e exatamente no mesmo lugar.
O tédio da calma que essa casa me traz, tudo onde deveria estar,
onde eu quis que estivesse.
Na tv as mesmas notícias, tragédias à venda, risos breves, promessas fantasiosas,
mais um fim do mundo premedidato.
No rádio a mesma companhia ausente, as coisas que eu não quero ouvir,
o jogo que não me importa.
Na internet viajar, conhecer, descobrir, desvendar, divertir, se relacionar
sentado na mesma velha cadeira sozinho no quarto.
Cansei de pensar sobre a vida, de falar de amor, beber coca-cola, jogar video-game,
me masturbar, decidi pegar a estrada.
Essa não é uma carta de despedida, aqui não é o meu lugar, não me limitarei à
quatro paredes mal pintadas e um colchão macio.
Quero ir atrás do que me agrada, e das coisas que nem gosto, encontrar um lugar legal
ou que eu nunca mais queira voltar, talvez eu queira me encontrar ou nem me reconhecer,
me machucar ou me curar, achar a pessoa certa ou me perder com as erradas.
Se não achar o caminho de volta, se no fim das contas não der em nada, não importa,
o que não vale à pena pra mim é ficar contando carneirinhos pra tentar dormir.
Essa não é uma carta de despedida, eu só peguei a minha estrada, vou esquecer
ou lembrar, mas sobre tudo viver.
Quebra-Cabeças.
A volta, sempre uma sensação de "bem-vindo" novamente,
ou a ansiosidade de estarem à sua espera, para abraçar forte e dizer que
estava com saudades, ou simplesmente sentiu sua falta.
Ir à um lugar que você odeia e tentar convencer a todos, inclusive você mesmo,
que tudo o que dizem ser bobagem e mentira é a sua maior verdade, deve ser
uma grande prova de amor próprio.
Com esperança na cabeça e o coração na mão, acreditar que depois de várias
derrotas surge algo novo, um novo passo, pois aquilo que não nos mata
deveria nos fortalecer. Por vezes me vejo cansado de tentar e sempre obter os
mesmo resultados, como se não importasse o esforço. Mudar o mundo não
é impossível, mas também não parece possível, esses dilemas rondam a cabeça
de quem quer algo de bom no meio desse caos. Já dizia Carlos Drumound de Andrade:
"O maior sentimento do mundo", ele seria capaz de mudá-lo ou destruí-lo de vez, mas
não é o amor, e sim a necessidade.
O precisar demais de algo acaba por nos trazer um sofrimento imediato, nisso a gramática
me prova, pois quem precisa, precisa de algo ou de alguém.
A busca por uma peça que se encaixe nos traz frustações, que poderiam ser evitadas,
se a peça se entregasse por vontade própria, mas sem esforço não haveria tamanha
satisfação na conquista.
Mas a volta, após uma batalha que não há vencedor, me trouxe esses pensamentos como
um consolo, uma esperança para uma nova tentativa, e uma triseza por nada realmente ter
mudado. Chega de lamentar, sempre haverá um novo pôr-do-sol no dia seguinte.
ou a ansiosidade de estarem à sua espera, para abraçar forte e dizer que
estava com saudades, ou simplesmente sentiu sua falta.
Ir à um lugar que você odeia e tentar convencer a todos, inclusive você mesmo,
que tudo o que dizem ser bobagem e mentira é a sua maior verdade, deve ser
uma grande prova de amor próprio.
Com esperança na cabeça e o coração na mão, acreditar que depois de várias
derrotas surge algo novo, um novo passo, pois aquilo que não nos mata
deveria nos fortalecer. Por vezes me vejo cansado de tentar e sempre obter os
mesmo resultados, como se não importasse o esforço. Mudar o mundo não
é impossível, mas também não parece possível, esses dilemas rondam a cabeça
de quem quer algo de bom no meio desse caos. Já dizia Carlos Drumound de Andrade:
"O maior sentimento do mundo", ele seria capaz de mudá-lo ou destruí-lo de vez, mas
não é o amor, e sim a necessidade.
O precisar demais de algo acaba por nos trazer um sofrimento imediato, nisso a gramática
me prova, pois quem precisa, precisa de algo ou de alguém.
A busca por uma peça que se encaixe nos traz frustações, que poderiam ser evitadas,
se a peça se entregasse por vontade própria, mas sem esforço não haveria tamanha
satisfação na conquista.
Mas a volta, após uma batalha que não há vencedor, me trouxe esses pensamentos como
um consolo, uma esperança para uma nova tentativa, e uma triseza por nada realmente ter
mudado. Chega de lamentar, sempre haverá um novo pôr-do-sol no dia seguinte.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Palavras ao vento...
Sabe aquelas coisas que você precisa falar, mas de alguma forma
soam estranhas quando ditas?
Coisas que eu gostaria de falar, mas não soube como...
soam estranhas quando ditas?
Coisas que eu gostaria de falar, mas não soube como...
Esconder parece fácil, difícil é mentir pra sí mesmo todas as noites,
o tempo pode amenizar, mas não soluciona e nem cura nada.
A novidade pode preencher, mas não substituir o que se passou.
Podemos até esquecer, e há pessoas que esquecem depressa,
mas também outras que apenas fingem que não se lembram mais.
Talvez eu esteja sendo mal agradecido quando consigo o que quero,
mas ainda sinto mais falta do que preciso.
Deixei algumas coisas se perderem, tentei segurar, mas foram como areia na mão.
Mas acho que por essa facilidade de se perder nesse mundo grande que,
valorizamos aquilo que mais queremos, precisamos ou amamos.
Seguimos nossos passos, mas as vezes é tão difícil ficar focado no caminho.
Vai ver que é verdade, que se existisse algum meio de voltar atrás,
nós nunca aprenderíamos a seguir em frente.
Lidar com perdas não é o meu forte, ainda tropeço por não olhar para a frente.
Ficaria fácil se as pessoas falassem só aquilo que eu queria ouvir,
porém o óbvio tornaria tudo tão chato.
As vezes um desafio, algo para correr atrás, um sentido, é o que faz valer a pena.
''Me disseram que para quem sonha alto o tombo é grande.
So que se esqueceram de me perguntar se eu tenho medo de cair.''
Então eu tento seguir em frente, a vida deve ter algum sentido,
que algum dia poderei descobrir, ou ainda não percebi.
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