TuTi S2
Estar ao teu lado é sempre bom :), é como estar em casa de pijama,
assistindo sessão da tarde, fácil e muito confortável.
Eu só preciso ser eu mesma e é incrível como você gosta disso, ou pelo menos atura.
Fazes falta e me deixas cheia também u.u .
Tu és um saco e teu abraço é tão confortável *-*
Eu ficaria com você, mas eu não mando no meu nariz e coisas ruins podem
voltar a acontecer :( , e não quero te ver triste, eu quero rir com você
de tudo isso sabe...
Queria eternizar os nossos momentos juntos porque são tão únicos *-*
tão felizes, até com raiva você me faz bem, cara eu vivo com o humor ácido D:
ai você vem com seu jeito básico D: e me neutraliza, me acalma, de algum modo
você tem poder sobre mim '-', e isso me preocupa, me deixa sem jeito e
me faz ter certeza que pra onde eu for, um dia eu acabo voltando pra você, de alguma forma.
Eu queria que ficasse certo que num passado existiu eu e você juntos, felizes,
e lá somos felizes até demais.
Hoje eu já não sou a mesma pessoa, e você também não.
Mas esse amor que existiu é nosso, e nada pode mudar isso.
J.F
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Além do que se vê.
"No presente a mente, o corpo é diferente.
E o passado é uma roupa que não me serve mais...."
Mas então você me pergunta pela minha paixão, digo que estou encantado
com essa nova invenção, eu quero ficar nessa cidade.
Eu sei disso pela ferida viva no meu coração.
Já faz tempo eu vi você pela rua, se movendo com o vento.
Indo para algum lugar e lugar nenhum, encontrando e se perdendo.
Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que me dói mais.
Por isso cuidado meu bem, há perigo na esquina, nada está a nosso favor,
o sinal quase sempre está fechado para nós que somos tão jovens.
Nem sempre viver parece melhor que sonhar, e o amor deveria ser uma coisa boa.
Seguir em frente, realmente é preciso, você diz que nós não temos futuro e eu concordo.
Mas ainda estamos no presente, desafiando o tempo, as pessoas... tudo.
Quando amo, quase sem querer devoro todo meu coração.
Digo que te amo, grito que te odeio no mesmo fôlego.
E se você quer saber, eu começaria tudo outra vez se preciso fosse.
Enquanto estivermos, nada foi em vão.
Então eu cantaria, como cantei e cantarei só para afastar o silêncio.
Tenho ou um dia terei, fé no que virá.
A alegria de poder olhar para trás e ver que voltaria tudo outra vez.
Mais uma vez, recomeçar.
*
(adaptação: belchior-velha roupa colorida, como nossos pais; chico buarque -baioque; começaria tudo outra vez)
E o passado é uma roupa que não me serve mais...."
Mas então você me pergunta pela minha paixão, digo que estou encantado
com essa nova invenção, eu quero ficar nessa cidade.
Eu sei disso pela ferida viva no meu coração.
Já faz tempo eu vi você pela rua, se movendo com o vento.
Indo para algum lugar e lugar nenhum, encontrando e se perdendo.
Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que me dói mais.
Por isso cuidado meu bem, há perigo na esquina, nada está a nosso favor,
o sinal quase sempre está fechado para nós que somos tão jovens.
Nem sempre viver parece melhor que sonhar, e o amor deveria ser uma coisa boa.
Seguir em frente, realmente é preciso, você diz que nós não temos futuro e eu concordo.
Mas ainda estamos no presente, desafiando o tempo, as pessoas... tudo.
Quando amo, quase sem querer devoro todo meu coração.
Digo que te amo, grito que te odeio no mesmo fôlego.
E se você quer saber, eu começaria tudo outra vez se preciso fosse.
Enquanto estivermos, nada foi em vão.
Então eu cantaria, como cantei e cantarei só para afastar o silêncio.
Tenho ou um dia terei, fé no que virá.
A alegria de poder olhar para trás e ver que voltaria tudo outra vez.
Mais uma vez, recomeçar.
*
(adaptação: belchior-velha roupa colorida, como nossos pais; chico buarque -baioque; começaria tudo outra vez)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Vantagens.
Por quê amor?
As pessoas são de natureza insuportável, chatas, estranhas e por vezes assustadoras.
Cada um nasce e é criado de uma forma diferente, por mais normal que pareça.
Logo reconhecer um ser que você não cresceu junto ou que
nem sabia da existência até 10 anos ou 10 minutos atrás é algo incomum.
Pensar enquanto sorri de felicidade por sentir-se completo cada dia mais.
Estar mais do que satisfeito, por nem sequer fazer questão do lugar,
da hora e por qualquer motivo, do mais complicado ao mais simples, torna-se natural.
Quando isso tudo torna-se comum e sem se tornar chato e entediante.
E que as vezes nos deixa mal mas sempre acaba nos motivando.
Por quê amar?
O mundo é um lugar selvagem, nada é como a gente gostaria.
Viver é muitas vezes mais questão de improviso do que
vontade própria, seguir algo pensado e planejado antes.
Ai alguém aparece e você estranhamente sente-se bem
com aquela pessoa, de repente parece até que o mundo
é uma casa antiga, que parece feia mas tem muitos lugares
para conhecer e você fica curioso, de repente é bom estar vivo.
As pessoas são de natureza insuportável, chatas, estranhas e por vezes assustadoras.
Cada um nasce e é criado de uma forma diferente, por mais normal que pareça.
Logo reconhecer um ser que você não cresceu junto ou que
nem sabia da existência até 10 anos ou 10 minutos atrás é algo incomum.
Pensar enquanto sorri de felicidade por sentir-se completo cada dia mais.
Estar mais do que satisfeito, por nem sequer fazer questão do lugar,
da hora e por qualquer motivo, do mais complicado ao mais simples, torna-se natural.
Quando isso tudo torna-se comum e sem se tornar chato e entediante.
E que as vezes nos deixa mal mas sempre acaba nos motivando.
Por quê amar?
O mundo é um lugar selvagem, nada é como a gente gostaria.
Viver é muitas vezes mais questão de improviso do que
vontade própria, seguir algo pensado e planejado antes.
Ai alguém aparece e você estranhamente sente-se bem
com aquela pessoa, de repente parece até que o mundo
é uma casa antiga, que parece feia mas tem muitos lugares
para conhecer e você fica curioso, de repente é bom estar vivo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Na superfície.
Todas essas pessoas indo e voltando para o mesmo lugar,
olhando pro nada e achando tudo, como quem está implorando por qualquer coisa.
Aceitando qualquer trocado por um sorriso, uma migalha de alegria.
Comentando a novela, falando sobre carros novos, questionando o modo de vida.
Se perdendo no meio de tanta coisa mesmo sem nenhuma novidade.
Queria poder entender como é viver com tudo e sem ter nada.
Tenho pena e nojo, queria poder ajudar, mas quem sou eu para apontar erros?
Para elas é tudo tão simples, tão fácil e elas são tão fáceis que perdem toda a graça.
Por que se vender tão barato? o desespero de perceber um vazio?
Talvez a carência seja algo insuportável, o silêncio é apavorante, a solidão.
Bom eu não preciso encontrar, também não quero perder, tudo é uma questão
lógica, basta ter saco pra encarar uma realidade boba.
Mas elas preferem viver mascaradas... preferem usar fantasias...
Fico pensando se quando olham no espelho ainda são capazes de reconhecerem-se.
E será que eu tenho que me adaptar a esse sistema? será que devo aceitar?
Ser feito de idiota e me fazer de idiota só pra estar no seu convívio social?
Quando irão perceber que quanto menos esforço menor o reconhecimento?
As vezes acho que só existo de verdade quando estou sentado na minha sacada,
atrás da fumaça do cigarro, com o rosto escondido entre as garrafas.
O resto do mundo parece apenas uma doce ilusão que me permito acreditar,
na possibilidade de em algum lugar encontrar as coisas que imagino existir.
olhando pro nada e achando tudo, como quem está implorando por qualquer coisa.
Aceitando qualquer trocado por um sorriso, uma migalha de alegria.
Comentando a novela, falando sobre carros novos, questionando o modo de vida.
Se perdendo no meio de tanta coisa mesmo sem nenhuma novidade.
Queria poder entender como é viver com tudo e sem ter nada.
Tenho pena e nojo, queria poder ajudar, mas quem sou eu para apontar erros?
Para elas é tudo tão simples, tão fácil e elas são tão fáceis que perdem toda a graça.
Por que se vender tão barato? o desespero de perceber um vazio?
Talvez a carência seja algo insuportável, o silêncio é apavorante, a solidão.
Bom eu não preciso encontrar, também não quero perder, tudo é uma questão
lógica, basta ter saco pra encarar uma realidade boba.
Mas elas preferem viver mascaradas... preferem usar fantasias...
Fico pensando se quando olham no espelho ainda são capazes de reconhecerem-se.
E será que eu tenho que me adaptar a esse sistema? será que devo aceitar?
Ser feito de idiota e me fazer de idiota só pra estar no seu convívio social?
Quando irão perceber que quanto menos esforço menor o reconhecimento?
As vezes acho que só existo de verdade quando estou sentado na minha sacada,
atrás da fumaça do cigarro, com o rosto escondido entre as garrafas.
O resto do mundo parece apenas uma doce ilusão que me permito acreditar,
na possibilidade de em algum lugar encontrar as coisas que imagino existir.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Acordar
Lá estava, lendo algo sobre se encontrar é se perder em alguém.
Eu estive perdido, em mim mesmo.
Em meus pensamentos que tomavam o controle quando eu preferia ficar quieto.
Deixei as coisas passarem enquanto me tornava cada vez mais abstrato.
Vi aqueles rosto felizes e tristes... por que essa mudança de humor tão acelerada?
Comecei a me questionar sobre o que eu era, sobre o que sou ou o que serei.
Não que eu tenha uma resposta pra isso, só precisei conversar comigo mesmo.
E nem precisei buscar explicação, só precisei me perguntar umas coisas.
Não cortei o cabelo nem comprei roupas novas.
Sei lá, resolvi acordar, resolvi simplesmente acordar.
Sai de casa e fui dar uma volta na praia e deixei a porta aberta.
Respirei o ar e sujei os pés na areia, andei de olhos fechados e ri sozinho.
Quando voltei os móveis ainda estavam lá, tudo no mesmo lugar.
Era eu, eu tinha mudado, não era mais o mesmo que saiu pela porta antes.
Decidi me levantar do canto da sala e me levar pra viver.
Mudei o modo de ver as coisas que passavam diante dos meus olhos.
Isso fez toda a diferença.
Não adianta querer matar ou criar algo novo pra me sentir feliz.
Bastou transformar, como um boneco de massinha que me permita dar
a ele várias formas, eu virei de repente um boneco de massinha.
Moldado por mim mesmo, com base no que via e no que sentia.
O amor verdadeiro se tornava a paz que sentia dentro de mim.
Decidi tirar as pedras que iria atirar no cachorro que se aproximava
e decidi apostar corrida com ele.
Decidi não pegar o guarda-chuva e fui tomar um banho ao ar livre.
Decidi não agradecer por estar vivo e quis viver.
Eu tenho essa vida e a usarei para crescer, quem eu era antes já nem consigo lembrar.
Que as noites permitam que eu me sinta caindo no chão em segurança.
As luzes se apagam, só eu e minha alma nova.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
High Hopes
Dias que parecem meses e meses que passam com um dia.
O que conta são as noites, as que passo sem me dar conta,
que mostram e me escondem nas sombras, o escuro acolhedor.
Os dias só trazem uma esperança boba e tola de que as coisas
irão melhorar, ou que algo vai mudar com o clima ou o vento,
não adianta, fico sentado esperando algo me encontrar.
O poder não está em minhas mãos, apenas a vontade que
guardo comigo, mas nada posso pois nada me fortalece,
Tento me erguer por minhas próprias pernas, que tremen sempre
que tento levantar e correr, e preciso, antes que o tempo leve tudo que
é bom embora e só me restar deitar na cama que
me consola e diz que há algo de confortável.
Só espero que todas as mentiras por mais bem contadas não
venham confundir a minha verdade, por mais que
minha visão mude de horizonte não mudar meu modo de enchergar as coisas,
para uma vida consumida pela degeneração lenta.
Que nem a imensa dor que sinto seja capaz de me acovardar diante
da incapacidade de reação perante a decepção.
O esperar demais dos outros não deixe superar a razão que exigem de mim.
Essa condição de refém de um acaso que nem é meu, mas estar ligado
da forma mais incoveniente que seja não diminui a dor de saber que o
erro está lá, e talvez poderia mudar ou deixar de acontecer, mas o fato
de ter existido sempre vai ficar encravado e trazer a dor de volta.
Não erre, não procure errar, não se esconda atrás de desculpas que
em vão tentam dar sentido à isso, não há perdão para um erro
premeditado. Mesmo ao acaso já é quase imperdoável.
Como tolas juras de amor, se todos amassem pra sempre cada novo relacionamento...
sempre vem uma onda depois da outra e como bobo fico sempre achando
que uma pode ser melhor que a outra, o que vale mesmo é a areia que nunca passa,
sempre esteve e vai estar lá me esperando quando voltar à praia.
Mas não valorizamos o que nos tráz a certeza, escolhemos nos aventurar
em coisas incertas, e quando o castelo de cartas desaba vem a tristeza tola
de ter desmoronado, que de bobo construímos já sabendo que não era seguro.
Talvez eu tenha entendido errado, talvez baste mais uma noite passar
e amanhã já estará tudo bem...
Lá vou eu de novo com minhas esperanças...
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Real-Ficção - Prefácio.
Talvez seja a ironia do rumo que as coisas foram tomando, ou simplesmente
por ser sobre tudo que marcou não só aqueles Dias e aquele ano, mas a minha vida.
De repente da lembrança fez-se a saudade e dessa saudade a história, a nossa.
A graça de escrever essa realidade está no fato de conta-la muito mais à mim
do que a qualquer pessoa que venha a ler algo algum dia. Depois de não
encontrar as respostas começo a me questionar sobre as dúvidas, sendo assim
por mim, gera-se uma ficção.
Cada momento vivido me fez lembrar do meu primo dizendo:
um dia vamos contar isso para os nossos netos, e com essa ância de contar
tudo o que se passou percebí que cada vez entendia melhor o "fim" observando
o começo. Finalmente saber se amamos somente a idéia de amar, se desejamos
criar um romance de filme, ou viver aquilo que deve ser o amor.
Mas no fim das contas eu sempre soube, só não tinha capacidade ou maturidade
para entender.
Eu acho que me conheço bem mais do que admito me conhecer, as vezes penso
que a gente finge não se conhecer para se permitir à certas "surpresas".
Lembro que em uma aula de artes na quarta série do ensino fundamental
a professora pediu para desenharmos algo no qual nos definíamos, nosso jeito;
talvez se fosse hoje em dia eu acharia impossível, complicado demais ou
passaria horas pensando no que colocar naquele papel em branco. Na época
acho que demorei uns 5 minutos para desenhar um barco-à-vela no meio do mar.
Quando a professora me perguntou o por quê disso, expliquei que me via assim,
livre e com um mar para navegar mas sem enchegar realmente alguma opção de
lugar para ir, nenhuma terra à vista.
Passaram-se anos e ainda me vejo no meio do mar como no desenho, deixando a
correnteza e o vento me levarem para qualquer lugar. Sou o mesmo ainda?
No fundoa vida toda é um reflexo da nossa infância.
Era quatro de julho de 2009, meu aniversário de 17 anos...
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